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A Saucerful of Acid

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11 de jul. de 2015

Eric Clapton, Jeff Beck, Jimmy Page ‎– Guitar Boogie (1971)



Pra quem gosta de blues, rockabilly e boogie's jam, está aí um grande álbum de 71.
Com Jeff Beck, Eric Clapton & Jimmy Page.

Faixas

1. Choker
2. Snake Drive
3. Draggin' My Tail
4. Steelin'
5. Freight Loader
6. West Coast Idea
7. L.A. Breakdown
8. Down In The Boots
9. Chuckles
10. Tribute To Elmore

27 de mar. de 2015

Radio Moscow - The Great Escape Of Leslie Magnafuzz [2011]


 Blue Cheer e Jimi Hendrix tiveram um bebê, que se chama Radio Moscow! The Great Escape Of Leslie Magnafuzz é o terceiro álbum de estúdio! Do caralho! Stoner setentista! Pegada psicodélica.


Faixas:

 
1."Little Eyes"  
2."No Time"  
3."Speed Freak"  
4."Creepin'"  
5."Turtle Back Rider"  
6."Densaflorativa"  
7."I Don't Need Nobody"  
8."Misleading Me"  
9."Summer of 1942"  
10."Insideout"  
11."Deep Down Below"  
12."Open Your Eyes"  




2 de mar. de 2015

Eric Clapton - Me And Mr. Johnson



Um puta disco, baita tributo, Blues puro!! 

Os blues tocados neste cd estão reformulados com muito mais gaita, slide e é claro muita guitarra, que está excepcionalmente bem tocada com o toque fenomenal de Eric Clapton.


 Comentando as faixas:
1 - Little Queen of Spades - de abertura um blues lento com órgão e solos maravilhosos.
2 - When You Got A Good Friend - com solos e gaita rasgada durante a música.
3 - The´re Red Hot - um blues rock de primeira ( é amigos foi Johnson quem criou muito do que influenciou muitas gerações de bandas de rock ).
4 - Me And The Devil Blues - um blues lento e com espetacular gaita de Jerry Portnoy, ouça e confira.
 5 - Travelling Riverside Blues - bem diferente da versão do Led Zeppelin que é mais pesada, mas nesta versão o que temos outro blues rasgado.
 6 - Last Fair Deal Gone Down - outra canção mais blues rock e com um piano marcante.
 7 - Stop Breaking Down Blues - e a voz de Eric Clapton está melhor ainda.
8 - Mikcow´s Calf Blues - com forte marcação de bateria e toques de guitarra mais pesados.
9 - Kind Hearted Woman Blues - outro blues lento que nos toca a alma.
10 - Come On In My Kitchen - bluesão com muita gaita e piano.
 11 - If I Had Possession Over Judge - uma das melhores ( se é que posso considerar desta forma, afinal são todas clássicas ) deste disco, com um punch inigualável e a gaita incansável.
 12 - Love In Vain - em tempo: esta canção foi regravada pelos Rolling Stones nos anos 60 e nesta versão está mais " crua ".
13 - 32-20 Blues - um belo blues rock com muito piano. 14 - Hell Hound On My Trail - para finalizar um blues lento que dá aquela vontade de ouvir tudo de novo.




18 de jan. de 2015

Made in Brazil - Made in Brazil (1974)



Ao colocar no mercado seu primeiro registro em vinil, no ano de 1974, o Made in Brazil disputava a luz dos refletores com nomes consagrados como Secos e Molhados, O Terço, Casa das Máquinas, Joelho de Porco, Som Nosso de Cada Dia, Mutantes e uma infinidade de outros, que contribuíram com generosas doses para a consolidação do cenário roqueiro tupiniquim como um dos melhores, mais vibrantes e aguerridos do mundo.
O disco em questão, que levava apenas o nome da banda, alusão clara ao produto tipo exportação, ficou mais conhecido como o “disco da banana”, referência sarcástica à marchinha “Yes, nós temos bananas”, composição de Braguinha imortalizada por uma já exótica e americanizada Carmen Miranda nos anos de 1940.
O abalo causado pelo lançamento do “disco da banana” catapultou o Made ao panteão dos grandes nomes do estilo no País. Com um som absolutamente sujo, alto e despretensioso – inspirado em Rolling Stones e no rock dos anos de 1950 – a banda emplacou sons como “Anjo da Guarda”, “Aquarela do Brasil” e “Tudo Bem, Tudo Bom”, que se transformaram em clássicos instantâneos e obrigatórios para entender melhor o fenômeno do rock nacional dos anos 70.
No fim do lado B da bolacha, a emblemática e apoteótica “Uma Longa Caminhada” desfere o último golpe, implacável, deixando atônitos os que ainda insistiam enxergar no rock nacional um artigo de segunda linha.
Com um lirismo simples e pegajoso que retratava o cotidiano do rock paulistano, cada estrofe e refrão receberam ainda um poderoso verniz despudorado da voz rasgada do lendário vocalista Cornélius, que deixaria a trupe na sequência para voltar e sair por uma dezena de vezes nos anos seguintes. Tivesse nascido em qualquer esquina da Inglaterra, Cornélius provavelmente receberia honrarias de chefe de Estado em seu funeral. No Brasil, passou despercebido.
Exatos 40 anos depois, a banda soma incontáveis sucessos, altos e baixos e muita, muita história para contar. De certo, o Made sempre esteve vivo, graças à perseverança do clã Vecchione, desafiando a lógica e perdurando por entre um sem número de tendências musicais com sua arma mais letal: o Rock´n´Roll.

Faixas:
1. Anjo da Guarda
2. A Mina
3. Doce
4. Aquarela do Brasil
5. Intupitou o Trânsito
6. Você Já Foi Vacinado
7. Tudo Bem, Tudo Bom
8. Vamos Todos à Festa
9. Menina Pare de Gritar
10. Uma Longa Caminhada

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